quarta-feira, 28 de abril de 2010


Louvados sejam os que não se envenenam pelo rancor!!! 

Não querendo contradizer os mandamentos que enunciam a ira como pecado capital, mas há de convir que o rancor é notadamente mais destrutivo que a ira. Visto que a ira é em poucas vezes raciocinada, em geral se manifesta de forma impensada e por meio de estímulo. Já o rancor não, é pensado e repensado, remoído e processado. Condena, através de pensamentos da pior espécie, relacionamentos afetivos promissores, amizades praticamente inabaláveis, boas sociedades, grandes equipes em prol de fatos passados que podem nunca mais acontecer. Mas ainda assim, lá está ele! Envenenando as relações, tornando as pessoas cada vez mais amargas e solitárias.
Felizes os desmemoriados que não se acometem da doença do rancor e tornam cada dia único e entendem que momentos ruins só servem para mostrar-nos o quanto os momentos bons são importantes, e só! Após isso, eles ficam para trás e nada mais incomodam, passam, simplesmente passam...
Se quiseres, dou-lhes minha memória de presente para que a encham de rancor, pois a mim só importa viver os momentos felizes!
Desses quero lembrar...

Monica Pereira - 27/04/2010

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